Eu ia escrever sobre outra coisa hoje, mas, olhando umas fotos que eu tenho aqui no meu computador, resolvi mudar de assunto; vou falar sobre pessoas de quem eu gosto.
Talvez esteja um pouco nostálgica hoje... talvez. Procurando na minha memória, vejo como tem tanta gente de quem eu gosto nessa vida. Digo tanta, porque eu acho que, se a gente gostar de uma pessoa, já é um grande feito nesse mundo em que vivemos.
É bom perceber que estou rodeada de gente boa. Boa, por assim dizer. Com defeito e qualidades, sem frescuras de perfeição. Não quero amigos perfeitos. Estes devem ser muito chatos. Quero amigos que caibam na perfeição que lhes pertencer no momento: perfeitos implicantes, perfeitos sarcásticos, perfeitos ombros para chorar, perfeitos idiotas, perfeitos protetores. Assim, serão sempre os meus amigos.
Sim, eu tenho um lado meio possessivo. São meus amigos. Tenho orgulho disso. Não digo ter posse deles, sabe, como um escravo ou algo do tipo. Eles podem ser amigos de quem mais eles quiserem. Mas o laço que existe entre cada um é diferente e único. Portanto, é meu laço e do meu amigo, de mais ninguém.
Mas, sei que de todos os meus amigos, nem todos são para todas as horas. Ainda assim, considero-os amigos, já que não são meros colegas... São mais do que isso. Mas não me iludo, tenho plena certeza daqueles em que eu posso contar sempre.
Sempre tive problemas em definir os melhores amigos. É uma dificuldade que é bem minha, eu sei. Continuo tendo esse problema. Tenho os melhores amigos de às vezes (esses são os que tenho problema de definir), mas sei quais são os melhores amigos de sempre. E isso eu sei mesmo. Não adianta tentar me confundir com agrados e frescurices. Não... os meus melhores amigos de sempre não são assim. Mesmo.
Enfim, vou parar por aqui porque se eu fosse continuar ia encher o saco. A amizade é um sentimento muito forte pra mim... é tudo o que eu tenho, tirando (e incluindo) a minha família. Então, é o fim. Vou terminar com a definição de amigo que eu mais gosto (e que eu inventei, ou seja, não tem a mínima credibilidade, acredite): amigos são aqueles que sei lá porque são amigos... só sei que me fazem bem.
Vou ficando por aqui,
até o próximo post!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Derrotados...
Vamos lá... Se é pra postar sobre derrota, que seja em grande estilo.
Brasil acabou de sair da copa; isso é um fato. Cento e tantos milhões de brasileiros choram, vovôs e vovós enfartam, adolescentes rebeldes xingam o... Dunga.
A culpa é do Dunga, é do Felipe Melo, é dos brasileiros que torcem pra outras seleções, é do time que é uma porcaria, é do Mick Jagger pé frio da torcida... Mas, afinal, de quem é a culpa? E, há culpado?
A busca interminável e frenética por um culpado sempre existe. Por que as pessoas fazem isso? A resposta é simples: absolvição. Quando a gente acha um culpado, significa que a culpa não é nossa. Sejamos racionais, pessoal. A culpa não existe; o que existe são circunstâncias.
Vamos lá, gente, a derrota faz parte da vida. A gente pula, bate, chuta o ar com raiva, mas nada muda... continuamos derrotados. Estamos derrotados. Um dia, a gente perde, a gente se machuca, a gente morre; é a vida.
Coincidências à parte, eu estava vendo ontem o 1º episódio da 6ª temporada de House e adivinhem o nome do episódio?! Derrotado. E ele era um derrotado, e todos nós somos às vezes... mas a gente supera. Sempre.
Então, que venha 2014! E que o título do meu post possa ser: É hexa!
Vou ficando por aqui,
até o próximo post! :*
Brasil acabou de sair da copa; isso é um fato. Cento e tantos milhões de brasileiros choram, vovôs e vovós enfartam, adolescentes rebeldes xingam o... Dunga.
A culpa é do Dunga, é do Felipe Melo, é dos brasileiros que torcem pra outras seleções, é do time que é uma porcaria, é do Mick Jagger pé frio da torcida... Mas, afinal, de quem é a culpa? E, há culpado?
A busca interminável e frenética por um culpado sempre existe. Por que as pessoas fazem isso? A resposta é simples: absolvição. Quando a gente acha um culpado, significa que a culpa não é nossa. Sejamos racionais, pessoal. A culpa não existe; o que existe são circunstâncias.
Vamos lá, gente, a derrota faz parte da vida. A gente pula, bate, chuta o ar com raiva, mas nada muda... continuamos derrotados. Estamos derrotados. Um dia, a gente perde, a gente se machuca, a gente morre; é a vida.
Coincidências à parte, eu estava vendo ontem o 1º episódio da 6ª temporada de House e adivinhem o nome do episódio?! Derrotado. E ele era um derrotado, e todos nós somos às vezes... mas a gente supera. Sempre.
Então, que venha 2014! E que o título do meu post possa ser: É hexa!
Vou ficando por aqui,
até o próximo post! :*
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